Contacto
Cooking Fever Nota editorial 7,2 Google Play 4,3

Negócios e tempo

Cooking Fever

Níveis de dois minutos, memória de sequências e uma dificuldade que sobe mais depressa do que parece.

Ícone da aplicação Cooking Fever

Ficha técnica

Género
Simulação / Gestão de tempo
Programador
Nordcurrent Games
Plataforma
Android
Nota no Google Play
4,3
Duração típica de sessão
2 a 5 minutos
Curva de entrada
Suave, dificuldade sobe rápido
Modo
Solo
Funciona sem ligação
Sim — a maior parte dos níveis abre sem rede

Google Play 4,3Nota editorial 7,2

Ver na Google Play

Uma cozinha por nível, um objetivo por nível

Cooking Fever divide-se em dezenas de cozinhas temáticas, cada uma com o seu conjunto de ingredientes, equipamentos e clientes. Dentro de cada cozinha há níveis curtos com um objetivo explícito: servir um número de clientes, atingir uma pontuação ou cumprir uma sequência sem falhas.

A mecânica é sempre a mesma e é boa precisamente por ser simples. O cliente mostra uma ficha de pedido acima do balcão, o utilizador toca nos ingredientes pela ordem correta, monta o prato e serve. A dificuldade não está na complexidade de cada prato — está na sobreposição de quatro ou cinco pedidos simultâneos com tempos de espera diferentes.

Balcão de Cooking Fever com três empregados, fichas de pedido e tabuleiros de comida
O balcão com as fichas de pedido por cima: toda a informação do nível cabe numa linha horizontal.

Precisão de toque e memória de sequências

Este é o título do catálogo que mais exige dos dedos. Os alvos de toque são pequenos, a distância entre o forno e o balcão é curta, e um toque falhado a meio de uma sequência estraga o prato inteiro. Em ecrãs abaixo das seis polegadas há erros que não são do utilizador — são do tamanho dos botões.

Há também uma componente de memória. As cozinhas mais avançadas têm receitas com quatro passos, e o jogo espera que se saibam de cor. Quem gosta desse tipo de automatismo vai gostar muito; quem prefere pensar antes de tocar vai sentir-se pressionado.

Equipamento, melhorias e o que elas mudam

Entre níveis é possível melhorar equipamento e interior. As melhorias de equipamento são as que importam: reduzem o tempo de preparação, aumentam a capacidade dos tabuleiros e permitem deixar pratos prontos em espera. As melhorias de interior aumentam a paciência dos clientes.

A progressão é clara, mas tem um efeito lateral conhecido: há níveis intermédios em que a diferença entre falhar e cumprir depende mais do nível do equipamento do que da execução. Repetir níveis anteriores para acumular recursos faz parte da estrutura, e é a principal razão pela qual a nota no Google Play fica nos 4,3, a mais baixa entre os dois títulos de cozinha deste catálogo.

Tabuleiros de ingredientes e pratos preparados nas várias cozinhas de Cooking Fever
Cada cozinha tem o seu conjunto de ingredientes e uma sequência de preparação diferente.

Sessões de dois minutos e jogo sem rede

Cada nível dura entre noventa segundos e três minutos, o que faz deste o formato mais compatível com esperas curtas. E, ao contrário da maior parte do catálogo, boa parte do conteúdo abre sem ligação à rede — útil em metro, avião ou zonas sem cobertura.

A contrapartida é que não há nada a acontecer enquanto a aplicação está fechada. Cooking Fever não avança sozinho: ou se está a jogar, ou o jogo está parado.

Os pontos em que o jogo cansa

A repetição de níveis antigos é o desgaste principal. O segundo é visual: o interface acumula elementos animados por cima do balcão e, nas cozinhas mais carregadas, custa distinguir uma ficha de pedido de um elemento decorativo.

Há ainda o problema clássico do género: o jogo mede a qualidade do utilizador em velocidade, e isso exclui quem tem dificuldades motoras ou joga com uma mão só.

Pontos fortes e limites

A favor

  • Níveis curtíssimos, ideais para esperas de poucos minutos
  • Funciona sem ligação à rede na maior parte do conteúdo
  • Grande variedade de cozinhas com receitas distintas

Contra

  • Alvos de toque pequenos em ecrãs abaixo das seis polegadas
  • Níveis intermédios obrigam a repetir conteúdo anterior
  • Interface visualmente carregada nas cozinhas avançadas
  • Exige velocidade, o que exclui parte dos utilizadores
  • Nada avança com a aplicação fechada

Nota da redação

7,2em 10

Cumpre bem o que promete em sessões de dois minutos, mas a dependência de equipamento melhorado trava a progressão a meio.

Apreciação editorial do InputTake, independente da média de 4,3 atribuída pelos utilizadores no Google Play.

Jogos próximos

Outros títulos do catálogo com problemas de desenho semelhantes — ou exatamente opostos.

Sessão
5–10 min
Entrada
Muito suave
Offline
Sim

Good Pizza, Great Pizza

TapBlaze » Simulação / Gerenciamento

Clientes que falam, pedidos que raramente são diretos e uma pizza montada à mão, ingrediente a ingrediente.

Google Play 4,7Nota editorial 8,6

Ler análiseGoogle Play

Sessão
1–4 min
Entrada
Muito suave
Offline
Sim

Tiny Tower (Torre Tiny)

NimbleBit LLC » Simulação / Gerenciamento

Uma torre em pixéis que continua a crescer com o telemóvel guardado no bolso.

Google Play 4,5Nota editorial 7,9

Ler análiseGoogle Play

Sessão
8–15 min
Entrada
Suave
Offline
Não

Township

Playrix » Simulação / Gerenciamento

Uma quinta e um centro urbano partilham o mesmo relógio, e quase tudo o que se planta acaba a alimentar a cidade.

Google Play 4,8Nota editorial 8,4

Ler análiseGoogle Play

Sessão
5–12 min
Entrada
Muito suave
Offline
Não

Hay Day

Supercell » Simulação / Gerenciamento

A quinta mais calma do catálogo, e a única pensada de raiz para ecrã vertical e uma só mão.

Google Play 4,5Nota editorial 8,1

Ler análiseGoogle Play